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06/03/13

De como o meu filho já gosta de me contrariar...

O Noah faz dois anos em Maio e, apesar de ja ir dizendo bastantes coisitas, não diz mamã nem papá. Quando começou a dizer as primeiras palavras era ver-me esperançosa à espera que chegasse o dia do "mamã". Esse dia não chegou.
Passei por uma fase de tristeza porque ele dizia palavras como carro, dinossauro, bolacha, etc e não dizia mamã. A certa altura apercebi-me que ele nos chamava ( a mim e ao pai) Bu. Não é vovo (que isso também ele diz bem). É "Bu". Os meses foram passando e nós continuamos a ser o "Bu". Quando quer o pai e vai a mãe ele diz que quer o outro "Bu". Um dia destes estavamos a insistir com ele para dizer papá e mamã, enquanto eu lhe chamava Laura e ele dizia que não, não se chama Laura. A certa altura voltou-se para mim, de dedito esticado e disse:" Não! Mamã não! Bu!" E não fosse eu não ter percebido disse em holandês: "neen! Mama neen! Bu!". E assim me deixou desarmada. Não diz porque não quer. Simples e duro! E pronto... Depois disso já passaram duas ou três semanas e continuo a ser a Bu do meu filho...

15/02/13

Tenho um pequeno modelo fotográfico...

... Só para mim!

13/02/13

E enquanto eu...

Estou ansiosa que chegue a Primavera, o meu pimpolho aprecia cada floco de neve...

06/06/11

Noah :)

Olá a todos :) Obrigado pelos comentários e mensagens de apoio. Realmente, soube mesmo muito bem!
Então vou contar-vos como se deu a coisa sim? Nada de pormenores doidos, para não assustar.
Na quarta-feira dia 11 de Maio, um dia depois da data prevista para o parto, fui a mais uma consulta. A ginecologista ria-se por me ver ainda por lá. Quando me examinou eu tinha apenas um cm de dilatação, cm esse que havia surgido nesse mesmo dia (daí as dores menstruais :p ). Quando viu que a minha pressão arterial estava acima do normal e do que havia sido durante toda a gravidez disse que gostaria muito que eu parisse... e foi mesmo assim que disse. Eu respondi que também gostaria bastante de parir e foi aí que se tratou de tudo para eu ficar internada nessa mesma noite. Iriam induzir o parto (medo!!). Eu já ia preparada com os sacos e foi só ir ao carro buscá-los e avisar a família.
O Mário ficou comigo. Sem dúvida que é um apoio enorme para uma futura mamã ter o seu mais que tudo a seu lado.
Depois de me explicarem todo o procedimento deixaram-me a descansar no quarto. Ainda brincamos um bocado com toda a história do parto, mas eu começava a ficar em pulgas. Foi às 22 horas do dias 11 que me introduziram as duas pastilhas no útero para induzir o parto.
Durante a noite não senti dores e se não dormi foi apenas devido ao nervosismo. às cinco e meia da manhã levantei-me, tomei um duche e entretanto vieram examinar-me. Tinha dois cms de dilatação.
às seis da manhã chegou a parteira que iria acompanhar-me durante todo o trabalho de parto e iria assistir ao meu parto junto com a médica. Era uma rapariga nova, mas que adorei do início ao fim. Ela foi sempre super meiga e prestável. Não existem palavras para tecer todos os elogios que eu acho que a rapariga merece.
Resumidamente, às dez da manhã tinha 4 cms, às onze tinha seis, e ao meio-dia e pouco tinha 8.5 cms.
Foi perto da uma da tarde que atingimos os dez cms de dilatação, mas a parteira queria que ele descesse mais um bocadinho antes de começarmos.
O parto em si deve ter demorado uns vinte minutos. Lembro-me de perguntar à minha mãe (que assistiu ao parto junto com o Mário) se ainda faltava muito. Senti quando me cortaram e rejubilei quando me colocaram o Noah, cheiinho de sangue, em cima do meu peito. E naquele momento senti-me tão feliz, tão completa, que não dá para explicar...
Enquanto a médica me cosia eu olhava para ele. Senti quando levei os primeiros pontos mas a médica apercebeu-se e deu-me anestesia.
Se doeu? Sim... E levei a epidural uma hora e pouco antes do parto. As contrações a certa altura doem bastante, mas cá para nós, quando ouvia histórias sobre mulheres que berravam e insultavam os maridos, imaginava um cenário muito pior.
O Mário acabou por cortar o cordão. E tê-lo a ele e à minha mãe no parto foi muito reconfortante. Ambos estiveram do meu lado e me deram muita força.
No dia 14 de Maio viemos para casa. Pedi à médica para me dar alta mais cedo e ela cedeu (e vim a conduzir o meu carro - sou teimosa, eu sei...).
O meu pequenino nasceu com 50cm e 3120 gramas. Não saiu do meu lado até irmos para o quarto e agarrou-se à mama vinte minutos depois de nascer.
Está quase com um mês e cresce a olhos vistos. Ocupa-me o tempo todo, mesmo quando está a dormir, porque me perco a observá-lo. é lindo e sossegado, apesar de passar muito tempo acordado.
Por isto, por este meu bebé, pelo homem que tenho a meu lado, e pela minha família maravilhosa, jamais mudaria algo na minha vida... agora percebo... ser mãe é mesmo o melhor do mundo...